Práxis Educacional, Vol. 7, No 10 (2011)

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PARTICIPAÇÃO NA DECISÃO: UMA PRÁTICA A SERVIÇO DA ESCOLA DEMOCRÁTICA

Maria João de Carvalho

Resumo


Este artigo resulta de uma atitude reflexiva suportada por um conjunto de considerações que foram surgindo à medida que estudávamos as práticas decisórias dos professores na escola pública portuguesa e por uma revisão bibliográfica que nos permitiu abordar alguns conceitos cujo propósito foi o de aclarar a problemática da escola democrática analisando a decisão e a participação enquanto práticas emancipatórias dos sujeitos. A constatação de que o centralismo burocrático, com uma longa tradição na escola, só em termos retóricos parece perder força, já que os atores educativos continuam aser obrigados a comportamentos acomodados, adaptados e universais ditados pelas decisões produzidas no Ministério da Educação, permitiu-nos perceber que tal situação leva à desresponsabilização pela não participação na tomada de decisão, o que em nada favorece a emancipação da escola. Concluímos que este seria o principal motivo pelo qual a escola democrática tem dificuldade em se estabelecer, uma vez que o centralismo obriga ao distanciamento daqueles que vivem e fazem a dinâmica da organização escolar, reduzindo-os à condição de objetos do sistema administrativo.Palavras-chave: Decisão. Racionalidade emancipatória. Escola democrática.

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