Revista Extensão e Cidadania, v. 3, n. 6, jul./dez. 2015

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Formação profissional técnica subsequente x programa nacional de acesso ao ensino técnico e emprego (pronatec) e o discurso das competências

Bárbara F. Rocha da Silva, Cristiane Fátima de M. Queiroz, Cristina Barreto Santos, Elienai Cerqueira Ribeiro Lima

Resumo


O presente artigo pretende elucidar de forma reflexiva discussões acerca das competências desenvolvidas nos cursos profissionalizantes na perspectiva dos cursos técnicos subsequentes e do PRONATEC, com foco na inserção dos sujeitos que os procuram no mercado de trabalho. O termo competências é utilizado com enfoque neoliberal, o qual afirma que os sujeitos que convivem no sistema capitalista não estão inseridos no mercado de trabalho em razão da falta de habilidades para atuar em diversas áreas do conhecimento técnico. Por isso, reafirmamos a importância de discutir o conceito de competência inserido no contexto educacional, desde a lei nº. 9394/96, a LDB – Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Essa escrita norteou-se pela pesquisa bibliográficae análise documental. A análise foi feita na lei nº 9394/96 e em alguns pareceres do Ministério da Educação e Cultura, buscando interlocução com teóricos que abordam a profissionalização dos sujeitos, com intuito de relacionar teoria e prática, haja vista que o foco destes programas educacionais é qualificar para o trabalho. Evidenciamos as dicotomias nas formações técnicas do PRONATEC,visto que se enquadra numa formação subsequente aligeirada. Percebemos que a formação no PRONATEC não tem garantido qualificação necessária aos sujeitos que não possuem experiência profissional anterior à inserção do curso, o que demonstra a necessidade de continuarmos pesquisando com intuito de contribuir com a melhoria dessa modalidade de ensino.

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